Sobre a omissão, me desculpo. O tempo escorre por entre os dedos, devorando as coisas. E a caracterizo somente como omissão, silêncio. Uma lacuna se abre sobre o "quem sou eu", melhor caracterizado como "quem estou eu". Vejo tudo por aquela porta sempre entreaberta. Decidi silenciar, guardar um pouco. Para mim, para você.
Keane explica melhor que eu poderia.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Senti saudade de quando havia encontrado você, que era o remédio pra mim, te beijei e (não) te perdi.
Te desejei, e consegui.
Lembranças de um doce novembro de amor colegial (:
Te desejei, e consegui.
Lembranças de um doce novembro de amor colegial (:
terça-feira, 24 de novembro de 2009
O canto mudo mais alegre.
Hoje, na volta do restaurante para casa, vi uma cena que me encantou. Esta cena durou menos de um segundo, mas foi o suficiente pra me tirar todo resquício de mau-humor. Esse quase quarto de segundo talvez tenha sido o que mais me tenha feito pensar, ainda mais nos últimos dias, esses dias de viver no automático.
Estava dentro do carro e já era noite. Debruçada na janela como sempre faço, o céu estava vestido de estrelas. Quando passo por um beco, vejo um homem de meia-idade, cabelos revoltos, descalço e com um violão. Eu não pude ouvir, mas imagino que de seus lábios saía alegria em forma de canto. Caminhava assim: um pé na frente do outro, cambaleando suavemente para a esquerda e para a direita... Cabeça erguida, olhando para a luz do poste que atravessava as folhas de verão da árvore retorcida do cerrado urbanizado.
Poderia pintar uma tela, se assim soubesse.
Era o canto mudo mais alegre que já (ou)vi.
Estava dentro do carro e já era noite. Debruçada na janela como sempre faço, o céu estava vestido de estrelas. Quando passo por um beco, vejo um homem de meia-idade, cabelos revoltos, descalço e com um violão. Eu não pude ouvir, mas imagino que de seus lábios saía alegria em forma de canto. Caminhava assim: um pé na frente do outro, cambaleando suavemente para a esquerda e para a direita... Cabeça erguida, olhando para a luz do poste que atravessava as folhas de verão da árvore retorcida do cerrado urbanizado.
Poderia pintar uma tela, se assim soubesse.
Era o canto mudo mais alegre que já (ou)vi.
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